terça-feira, 1 de março de 2011

O que é desenvolvimento sustentável?

A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.



Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental.
 
O que é preciso fazer para alcançar o desenvolvimento sustentável?

Para ser alcançado, o desenvolvimento sustentável depende de planejamento e do reconhecimento de que os recursos naturais são finitos.



Esse conceito representou uma nova forma de desenvolvimento econômico, que leva em conta o meio ambiente.



Muitas vezes, desenvolvimento é confundido com crescimento econômico, que depende do consumo crescente de energia e recursos naturais. Esse tipo de desenvolvimento tende a ser insustentável, pois leva ao esgotamento dos recursos naturais dos quais a humanidade depende.



Atividades econômicas podem ser encorajadas em detrimento da base de recursos naturais dos países. Desses recursos depende não só a existência humana e a diversidade biológica, como o próprio crescimento econômico.



O desenvolvimento sustentável sugere, de fato, qualidade em vez de quantidade, com a redução do uso de matérias-primas e produtos e o aumento da reutilização e da reciclagem.

Os modelos de desenvolvimento dos países industrializados devem ser seguidos?

O desenvolvimento econômico é vital para os países mais pobres, mas o caminho a seguir não pode ser o mesmo adotado pelos países industrializados. Mesmo porque não seria possível.



Caso as sociedades do Hemisfério Sul copiassem os padrões das sociedades do Norte, a quantidade de combustíveis fósseis consumida atualmente aumentaria 10 vezes e a de recursos minerais, 200 vezes.



Ao invés de aumentar os níveis de consumo dos países em desenvolvimento, é preciso reduzir os níveis observados nos países industrializados.



Os crescimentos econômico e populacional das últimas décadas têm sido marcados por disparidades.



Embora os países do Hemisfério Norte possuam apenas um quinto da população do planeta, eles detêm quatro quintos dos rendimentos mundiais e consomem 70% da energia, 75% dos metais e 85% da produção de madeira mundial.


Lixo nosso de cada dia

Você já parou para pensar quanto lixo cada um de nós produz diariamente? E o volume de lixo produzido na sua rua, em seu bairro, ou em sua cidade, você sabe quanto é? Já imaginou qual o destino final de todo esse lixo? Você sabe para onde ele vai? Alguma vez você já se perguntou sobre as conseqüências negativas que o lixo produz ao meio ambiente?

A maioria das pessoas não pára para pensar nessas coisas, pois muitos de nós não compreendemos muito bem esse assunto e alguns na verdade nem se importam tanto com todos os problemas que podem estar relacionados com o nosso lixo.

O lixo que um bairro, uma cidade ou nação produz está intimamente ligado ao modo de vida de sua população. Por exemplo, cidades e países industrializados produzem grande quantidade de lixo inorgânico. Já nas nações em desenvolvimento, nas pequenas cidades do interior, nos povoados, assentamentos rurais e nas fazendas, grande parte do lixo produzido é de origem orgânica.

Para quem não se recorda vale lembrar que o lixo orgânico é aquele originado de quaisquer seres vivos, animais e vegetais, que são facilmente decompostos pela natureza. Restos de comida, restos de frutas e verduras, restos de plantas (folhas, galhos, pedaços de madeira, serragem etc.) são alguns exemplos de lixo orgânico. Por outro lado, o lixo inorgânico é aquele que resulta de produtos industrializados (plásticos, vidros, metais etc.), que, em geral, são de difícil decomposição pela natureza, mas que podem ser reciclado pelo homem.

O lixo que produzimos pode ser classificado em quatro grupos (1) lixo domiciliar, produzido nas residências, tais como restos de alimentos e sacolas plásticas; (2) lixo comercial, produzido nos estabelecimentos comerciais como lojas, butiques, mercearias etc.; (3) lixo industrial, produzido nas indústrias, como por exemplo, restos de matérias-primas e subprodutos da produção; e (4) lixo hospitalar, produzido nos hospitais, postos de saúde, clínicas, laboratórios e farmácias.

O entendimento dos tipos de lixo e suas classificações é importante, pois à cada um deles deve ser dado uma coleta e destinação diferenciadas.

Existem muitas formas de tratamento do lixo, entre as quais: (a) aterro sanitário, (b) incineração, (c) reciclagem e (d) compostagem.

O “aterro sanitário” é a forma mais comum usada para destinar o lixo no solo. Ele consiste em espalhar e dispor o lixo em camadas cobertas com material inerte (em geral, terra e cascalho). Junto com essas medidas são construídos sistemas de drenagem para os gases (metano etc.) e líquidos (conhecido como chorume), de forma que não ocorra a poluição do meio ambiente.

A “incineração” consiste na queima controlada do lixo em fornos especialmente projetados para transformá-lo em cinzas. É um processo de desinfecção pelo calor, pelo vapor e pela água em elevadas temperaturas, sem a intervenção do trabalho manual. A incineração possui algumas desvantagens, tais como: alto custo de instalação e manutenção da usina de incineração; os gases emanados da queima do lixo são altamente poluentes; e para esse tido de tratamento há a necessidade de mão-de-obra qualificada.

A “reciclagem” é a transformação do lixo em matéria-prima. As vantagens econômicas, sociais, sanitárias e ambientais da reciclagem são amplamente reconhecidas, sendo algumas delas: diminuição da quantidade de lixo a ser aterrado; economia de energia; e geração de empregos, através da criação de indústrias recicladoras.

A “compostagem” é o método de tratamento da parcela orgânica existente no lixo. O processo de compostagem consiste na transformação de restos de origem vegetal ou animal em adubo a ser utilizado na agricultura e jardinagem, sem ocasionar riscos ao meio ambiente. A compostagem possui várias vantagens, como por exemplo: aumento da vida útil do aterro sanitário; aproveitamento agrícola da matéria orgânica, a usina de compostagem pode ser artesanal, utilizando mão-de-obra e instalações de baixo custo; além de ser um processo ambientalmente seguro.

Nenhuma dessas quatro formas de tratamento deve ser vista como algo milagroso, capaz de solucionar todos os problemas relacionados ao lixo.

Na escolha do modelo de gestão do lixo, todos os setores da sociedade devem participar. Nós não devemos deixar só a cargo da Prefeitura ou do Governo Estadual decidir qual será o destino do lixo que produzimos, pois a má gestão da coleta e destinação final do lixo afeta a todos indistintamente.

A participação coletiva nas ações e trabalhos que envolvam políticas públicas como o tratamento do lixo é fundamental, mas, além disso, cada um de nós deve também estar disposto a contribuir individualmente através de pequenos gestos diários, tais como: não jogar lixo nas ruas, praças, praias e demais áreas públicas; não pichar monumentos, muros ou fachadas de residências e estabelecimentos comerciais; depositar o lixo somente nos locais indicados pela prefeitura. Essas são algumas pequenas ações que podem fazer grandes diferenças para nossa vida e para o meio ambiente.



Publicado no Jornal Chico, edição n. 31, p. 05, de 01/04/2007. Gurupi – Estado do Tocantins.



Publicado no Jornal da Feira de Tradições Nordestinas do Campo de São Cristóvão/ RJ, edição n. 057, p. 02, março de 2009. São Cristóvão - Estado do Rio de Janeiro. Disponível em: www.feiradesaocristovao.org.br



Publicado no "Estudos Complementares II - Vida Saudável (Língua Portuguesa - Oficina 3)", do Programa Nacional de Inclusão de Jovens - PROJOVEM URBANO. Brasília (DF), p. 13-14, em 2009. Disponível em: http://www.projovemurbano.gov.br/userfiles/file/materialdidatico/aluno/portugues/Oficina03_Portugu%C3%AAs_ECII.pdf



Publicado na Revista VivoVerde, edição n. 03, p. 12-13, de Novembro/2010. Palmas - Estado do Tocantins. Disponível em: http://vivoverde.com.br/revista/



Publicado no Jornal Mesa de Bar News, edição n. 390, p. 15, de 26/11/2010. Gurupi - Estado do Tocantins.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Criação X Evolução

Resumo aula 7º ano A e B

RELAÇÕES ENTRE OS SERES VIVOS


Ao observar um ecossistema, chama a atenção a ordem natural, o fato de cada espécie desempenhar o seu papel e exercer as suas funções na comunidade, que é o seu nicho ecológico. Além disso, todas as populações das diferentes espécies formam uma comunidade que vive em um harmonioso equilíbrio.

Relações entre seres de uma mesma espécie:

 Colônia e sociedades, nas quais indivíduos têm divisão de trabalho, podem ser diferentes entre si e contribuem para o bem comum de todo o grupo. Na sociedade os indivíduos são livres, isolados, e nas colônias eles estão ligados entre si.

• Competição: É comum, tanto em seres da mesma espécie, quanto entre espécies diferentes e significa a luta de indivíduos pelos mesmos recursos ambientais, como abrigo, alimento etc.

Alguns tipos de relações podem ser harmônicas, como:

• Mutualismo: Os dois tipos de indivíduos são beneficiados, ficam intimamente associados e são dependentes. Exemplo: os liquens (fungos e algas)

• Protocooperação: Os dois tipos de indivíduos são beneficiados, mas ficam livres, independentes.

Comensalismo: Um indivíduo é beneficiado e para o outro a associação é indiferente, não é prejudicial.

• Predatismo :Um indivíduo mata o outro para se alimentar. Se um indivíduo se alimenta de plantas fala-se herbivorismo.

• Parasitismo: Um indivíduo – o parasita – vive no corpo do outro – o hospedeiro – alimentando-se de seus tecidos vivos. Portanto, os parasitas causam prejuízos e doenças nesses hospedeiros.

• AMENSALISMO: Um indivíduo produz uma substância que, liberadas no ambiente, impedem o desenvolvimento dos outros.

• Inquilinismo: Um indivíduo fica no interior de outro ou se fixa nele, externa ou internamente, sem prejudicá-lo, mas é beneficiado.

• Competição: Diferentes populações lutam pelos mesmos recursos ambientais e uma das conseqüências é o controle de seus crescimentos.

Calendário Anual de Testes 2011

                         6º ano/9º A e B                  7ºA/8º                       7ºB

1º Bim.             28/03                                   24/03                        23/03
2º Bim.             23/05                                   26/05                        25/05
3º Bim.             29/08                                   01/09                        31/08
4º Bim.             24/10                                   27/10                        26/10

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Professor

"Se não fosse imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro".




D. Pedro II