domingo, 13 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
TSUNAMI NO JAPÃO
Um forte terremoto de 8,9 graus na escala Richter atingiu a costa nordeste do Japão nesta sexta-feira (11), causando pânico e danos em diversas cidades do país. O tremor fez com que as autoridades locais emitissem um alerta contra tsunamis (ondas gigantes) de pelo menos 10 m de altura.
De acordo com o USGS (Serviço Geológico dos Estados Unidos), o epicentro do abalo sísmico foi registrado a uma profundidade de 24,4 km no oceano Pacífico, a 130 km da ilha de Honshu, a maior do arquipélago japonês, e a 373 km da capital do país, Tóquio.
Edifícios em Tóquio balançaram e muitos carros caíram de pontes. Também foi registrado incêndios em algumas cidades e todos os trens no norte do país pararam de funcionar.
O tsunami provocado pelo terremoto de 8,9 graus de intensidade que atingiu o Japão nesta sexta-feira (11) começou a chegar à costa oeste do continente americano. Nos Estados Unidos, ondas de até 2,5 m atingiram a Califórnia. No México, o fenômeno veio mais fraco que o esperado.
Segundo o jornal Los Angeles Times, ondas de até 2,5 m atingiram com força o litoral da Califórnia, provocando pequenos danos na marina de Crescent City Harbour. Uma pessoa, que tirava fotos próxima à praia, está desaparecida.
Estradas foram fechadas e a população está em alerta nos EUA. Horas antes, ondas do mesmo tamanho atingiram o arquipélago do Havaí, mas sem causar grandes danos.
Ondas chegam mais fracas ao México
No México, foi o próprio presidente Felipe Calderón quem anunciou que as ondas chegaram à costa oeste do país mais fracas do que o esperado.
Os alertas ainda continuam no país.
Na América Central, Costa Rica, Honduras, Guatemala, Nicarágua e Panamá também emitiram um aviso de alerta de tsunami para a região banhada pelo Pacífico.
Chile declara alerta total
No Chile, o governo declarou “alerta total” em partes do litoral. A população foi retirada de várias cidades como Punta Arenas, Puerto William e Puerto Montt, segundo o jornal La Tercera.
O governo também esvaziou as zonas costeiras da Ilha de Páscoa, com cerca de 4 mil habitantes e situada a mais de 3.500 km do litoral oeste. O Chile foi devastado por um terremoto de magnitude 8,8 e um tsunami que deixaram 555 mortos e desaparecidos, no ano passado.
No Equador, o presidente Rafael Correa decretou estado de emergência por um período de até 60 horas e ordenou "a evacuação de todos os habitantes do litoral do país e da Província das Galápagos" (a mil quilômetros a oeste da costa equatoriana), ou seja, cerca de 300 mil pessoas.
A Colômbia reforçou a vigilância de 16 cidades litorâneas, segundo a entidade de prevenção de desastres.
O Peru também emitiu alertas preventivos e pediu à população que mantenha a calma.
domingo, 6 de março de 2011
Conteúdo dos testes
6º ano
- Cap.1 - Um pouco sobre os corpos celestes;
- Cap.2 - Relações entre os seres vivos.
7º ano A & B
- Cap.1 - Os seres vivos são diferentes;
- Cap.2 - Os seres vivos são semelhantes;
- Cap.3 - Evolução Biológica;
- Cap.4 - Organizando a diversidade;
- Cap.5 - Os reinos;
- Cap.26 - Relações entre os seres vivos.
8º ano
- Cap.1 - O lugar do ser humano na natureza;
- Cap.2 - Nosso Corpo;
- Cap.3 - Células e tecidos do corpo;
- Cap.4 - As funções do corpo humano.
9º ano A & B
- Cap.1 - Nossa percepção do mundo;
- Cap.2 - A matéria e energia;
- Cap.3 - A matéria em transformação.
Deus abençoe vocês!!!!
Tenha um recesso abençoado!
Prof. Ingrid Braga
quarta-feira, 2 de março de 2011
Célula
1. Introdução
A Biologia é a ciência que estuda a vida nos vários aspectos, desde formas microscópicas, como bactérias, protozoários, algas e fungos, até formas macroscópicas como os mamíferos e plantas, como roseira, mangueira, abacateiro entre muitas outras.
O interesse pelo estudo da vida é muito antigo, sendo registrado em vários momentos da história da humanidade com Aristótoles, Darwin, Pasteur, Mendel, Morgam, Watson e Crick, entre muitos outros cientistas que ficaram perpetuados dentro das ciências biológicas.
Como a quantidade de informações sobre os seres vivos é muito grande, dividimos a Biologia didaticamente em diferentes áreas, procurando facilitar o ensino e a pesquisa dentro das ciências biológicas.
2. Conhecendo a Célula
A Citologia é a área da Biologia que estuda a célula em sua organização, morfologia, funcionamento, composição química e os mecanismos de divisão celular.
Dizemos que todos os seres vivos são formados por células, com exceção dos vírus, sendo conhecidos desde formas unicelulares até formas pluricelulares.
O organismo unicelular tem a célula como sendo o próprio organismo, isto é, a única célula é responsável por todas as atividades vitais, como alimentação, trocas gasosas, reprodução, liberação de excretas, etc.
O organismo pluricelular, que é formado por muitas células (milhares, milhões, até trilhões de células), apresenta o corpo com tecidos, órgãos e sistemas, especializados em diferentes funções vitais. As células dos pluricelulares diferem quanto às especializações e de acordo com os tecidos a que elas pertencem.
Podemos então considerar, para o organismo unicelular ou pluricelular, que a célula é a unidade estrutural e funcional dos seres vivos.
Os organismos unicelulares e pluricelulares têm a célula como unidade estrutural e funcional
Na classificação dos seres vivos, são utilizados critérios de organização e fisiologia celular para diferenciar os diferentes grupos (reinos).
Quanto à organização celular, as células podem ser procarióticas(procariontes) ou eucarióticas(eucariontes). E os seres possuidores dessas células são ditos eucariontes e procariontes.
As células procarióticas apresentam organização mais simples, sem núcleo organizado e sem organelas membranosas, como retículo endoplasmático, complexo de Golgi, mitocôndria, entre outras. Possuem célula procariótica os organismos do reino Monera (bactérias e cianobactérias).
As células eucarióticas apresentam maior complexidade com núcleo organizado em carioteca, nucleoplasma, cromatina e nucléolo, além do citoplasma com organelas organizadas com sistemas de membranas, como complexo de Golgi, retículo endoplasmático, mitocôndria, cloroplasto, entre outras.
Podemos ainda considerar a fisiologia celular, o que caracteriza e diferencia a célula autotrófica de célula heterotrófica.
A célula autotrófica é auto-suficiente em termos nutricionais, podendo ser fotossintetizante ou quimiossintetizante. São autotróficas as células vegetais, das algas e de alguns tipos de bactérias.
A célula heterotrófica não apresenta a auto-suficiência, sendo dependente da aquisição de nutrientes extracelular por absorção direta ou absorção após um processo digestivo por ação enzimática.
São heterotróficas as células animais, dos fungos, dos protozoários e de muitos tipos de bactérias.
Os vegetais possuem células fotossintetizantes e os animais possuem células heterotróficas.
Célula – uma unidade de eficiência na estrutura e funcionamento dos seres vivos.
O sucesso da organização celular e fisiologia celular está relacionado com várias características e propriedades dos diferentes componentes celulares; entre eles podemos destacar:
1) Alto teor de água: a célula é completamente ocupada por água, o que facilita a dispersão de substâncias e a ocorrência de reações químicas.
2) Compartimentação: um vasto sistema de membranas forma numerosos compartimentos, isolando os processos metabólicos entre si, estabelecendo um fluxo organizado dentro da célula e oferecendo uma superfície desproporcionalmente grande em relação ao volume celular.
3) Presença de material genético: a célula contém no seu interior as informações necessárias (DNA) para criar e manter sua própria organização e para coordenar as atividades que realiza.
4) Presença de enzimas: o material genético determina a produção de enzimas, catalisadores que permitem a ocorrência de reações que, sem eles, levariam milhares de anos para ocorrer.
5) Economia: o rendimento dos processos celulares é elevado (parcela da energia consumida convertida em trabalho). As moléculas orgânicas, com as quais as células lidam, são bastante versáteis, isto é, podem desempenhar vários papéis funcionais. Com poucos tipos de substâncias, as células se mantêm. Além disso, muitas substâncias que são resíduos de um processo podem ser empregadas como matéria-prima de outro, fazendo com que a produção global de resíduos seja pequena.
6) Interação com o meio: as células interagem intensamente com o ambiente onde estão. Um ser unicelular interage com o meio onde vive, assim como as células de um ser pluricelular interagem com o líquido intercelular existente entre elas. O ser vivo deve garantir às células um meio intercelular estável e confortável. As células são as responsáveis por mantê-lo assim, e são as beneficiárias dessa estabilidade.
3. A Célula Viva
Embora usada como modelo para estudo, uma célula típica, contendo todas as estruturas possíveis, não existe. Organismos unicelulares são muito distintos entre si, bem como uma célula muscular é diferente de um neurônio. Todavia, todas as células possuem alguns componentes: uma membrana celular, um citoplasma contendo organelas e, geralmente, um núcleo.
Todas têm, ainda, algumas propriedades funcionais: podem obter e transformar energia; contêm macromoléculas complexas, como proteínas e ácidos nucleicos; podem sintetizar substâncias e têm a capacidade de se dividir.
terça-feira, 1 de março de 2011
Relembrando as datas dos testes do 1º Bimestre!
6º ano 28/03
9º A e B 28/03
7ºA/8º 24/03
7ºB 23/03
OBS.: O calendário com todas as datas está no marcador de fevereiro!
9º A e B 28/03
7ºA/8º 24/03
7ºB 23/03
OBS.: O calendário com todas as datas está no marcador de fevereiro!
Amo vocês!!!
Professora Ingrid Braga
O que é biodiversidade?
O termo biodiversidade - ou diversidade biológica - descreve a riqueza e a variedade do mundo natural. As plantas, os animais e os microrganismos fornecem alimentos, remédios e boa parte da matéria-prima industrial consumida pelo ser humano.
Para entender o que é a biodiversidade, devemos considerar o termo em dois níveis diferentes: todas as formas de vida, assim como os genes contidos em cada indivíduo, e as inter-relações, ou ecossistemas, na qual a existência de uma espécie afeta diretamente muitas outras.
A diversidade biológica está presente em todo lugar: no meio dos desertos, nas tundras congeladas ou nas fontes de água sulfurosas.
A diversidade genética possibilitou a adaptação da vida nos mais diversos pontos do planeta. As plantas, por exemplo, estão na base dos ecossistemas.
Como elas florescem com mais intensidade nas áreas úmidas e quentes, a maior diversidade é detectada nos trópicos, como é o caso da Amazônia e sua excepcional vegetação.
Quantas espécies existem no mundo?
Não se sabe quantas espécies vegetais e animais existem no mundo. As estimativas variam entre 10 e 50 milhões, mas até agora os cientistas classificaram e deram nome a somente 1,5 milhão de espécies.
Entre os especialistas, o Brasil é considerado o país da "megadiversidade": aproximadamente 20% das espécies conhecidas no mundo estão aqui. É bastante divulgado, por exemplo, o potencial terapêutico das plantas da Amazônia.
Quais as principais ameaças à biodiversidade?
A poluição, o uso excessivo dos recursos naturais, a expansão da fronteira agrícola em detrimento dos habitats naturais, a expansão urbana e industrial, tudo isso está levando muitas espécies vegetais e animais à extinção.
A cada ano, aproximadamente 17 milhões de hectares de floresta tropical são desmatados. As estimativas sugerem que, se isso continuar, entre 5% e 10% das espécies que habitam as florestas tropicais poderão estar extintas dentro dos próximos 30 anos.
A sociedade moderna - particularmente os países ricos - desperdiça grande quantidade de recursos naturais. A elevada produção e uso de papel, por exemplo, é uma ameaça constante às florestas.
A exploração excessiva de algumas espécies também pode causar a sua completa extinção. Por causa do uso medicinal de chifres de rinocerontes em Sumatra e em Java, por exemplo, o animal foi caçado até o limiar da extinção.
A poluição é outra grave ameaça à biodiversidade do planeta. Na Suécia, a poluição e a acidez das águas impede a sobrevivência de peixes e plantas em quatro mil lagos do país.
A introdução de espécies animais e vegetais em diferentes ecossistemas também pode ser prejudicial, pois acaba colocando em risco a biodiversidade de toda uma área, região ou país.
Um caso bem conhecido é o da importação do sapo cururu pelo governo da Austrália, com objetivo de controlar uma peste nas plantações de cana-de-açúcar no nordeste do país.
O animal revelou-se um predador voraz dos répteis e anfíbios da região, tornando-se um problema a mais para os produtores, e não uma solução.
O que é a Convenção da Biodiversidade?
A Convenção da Diversidade Biológica é o primeiro instrumento legal para assegurar a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais. Mais de 160 países assinaram o acordo, que entrou em vigor em dezembro de 1993.
O pontapé inicial para a criação da Convenção ocorreu em junho de 1992, quando o Brasil organizou e sediou uma Conferência das Nações Unidas, a Rio-92, para conciliar os esforços mundiais de proteção do meio ambiente com o desenvolvimento socioeconômico.
Contudo, ainda não está claro como a Convenção sobre a Diversidade deverá ser implementada. A destruição de florestas, por exemplo, cresce em níveis alarmantes.
Os países que assinaram o acordo não mostram disposição política para adotar o programa de trabalho estabelecido pela Convenção, cuja meta é assegurar o uso adequado e proteção dos recursos naturais existentes nas florestas, na zona costeira e nos rios e lagos.
O WWF-Brasil e sua rede internacional acompanham os desdobramentos dessa Convenção desde sua origem. Além de participar das negociações da Conferência, a organização desenvolve ações paralelas como debates, publicações ou exposições. Em 2006, a reunião ocorreu em Curitiba, PR.
Assinar:
Postagens (Atom)










